China diz sim para NFTs e blockchain, embora esteja sob controle do governo

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Depois que a China declarou a mineração e transações com criptomoedas ilegais em setembro do ano passado, o país asiático reverteu sua decisão e aceitou de volta a tecnologia blockchain… embora com algumas condições.

Inicialmente, os ativos mais populares como Bitcoin ou Ether continuarão sendo ilegais, embora a China tenha dito sim à tecnologia blockchain e aos tokens, isso só pode ser transacional através da plataforma controlada pela Blockchain Services Network que depende do Estado.

A China aceitará criptomoedas novamente?

Dentro desta plataforma, as empresas poderão cunhar e gerenciar seus próprios NFTs sob o controle do governo chinês, informou o jornal asiático South China Morning Post. A medida busca obter uma fatia do mercado emergente de ativos digitais.

Uma das principais qualidades da economia digital está em sua descentralização, razão pela qual a China decidiu declará-las ilegais; agora, o governo exige que qualquer plataforma de internet verifique a identidade dos usuários, permitindo que a autoridade intervenha em caso de atividade ilícita.

Mas o que isso significa? Basicamente, o que significa é que a China está adotando a tecnologia blockchain, mas não seu sistema descentralizado, então peças como NFTs que estão sendo usadas atualmente como peças de arte digital estão sendo usadas pelo governo chinês. para questões burocráticas e credenciamento de documentos públicos, é claro, totalmente rastreáveis.

Um dos perigos mais importantes que esse tipo de economia representa para vários países do mundo é sua descentralização, ou seja, não são regulados por nenhuma entidade bancária do mundo, que por sua vez teria a capacidade de desequilibrar a economia mundial.

É por isso que outros países, além da China, optaram por colocar na mesa a ilegalidade das transações e mineração de criptomoedas, por exemplo, a Rússia, que há poucos dias propôs proibir a mineração e o uso de criptomoedas alegando razões ambientais.

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A queda livre de El Salvador

No entanto, esse motivo, embora citado por outros países, não é o único, no caso de El Salvador é um exemplo claro da volatilidade das criptomoedas e sua capacidade de afundar a economia dos países em pouco tempo.

No caso de El Salvador, no momento de convertê-lo em moeda para uso legal, pouco menos de 6 meses foram suficientes para afundar ainda mais a já prejudicada credibilidade financeira do país centro-americano e gerar um prejuízo de cerca de 22 milhões de dólares.

China bate a porta no Bitcoin: a nova economia em risco?

Em meio a debates acalorados sobre os benefícios e as deficiências das criptomoedas, a China é a primeira a optar por uma solução intermediária que aproveita a tecnologia sem deixá-la sair de suas mãos.

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